Revista de Estudos Criminais

Italian Theory? Elementos para uma Genealogia

Italian Theory? Elements Toward a Geneology

Sandro Chignola.

Resumo: Trata-se do texto exibido pelo autor na apresentação do Congresso Internacional L’Italian Theory existe-t-elle?/Does Italian Theory exist?, ocorrido na Université Paris Ouest Nanterre La Défense/Université Paris-Sorbonne, entre os dias 24 e 25 de janeiro de 2014. O artigo disserta sobre uma possível genealogia daquilo que se convencionou chamar Italian Theory: estilo de pensamento plural surgido entre o final dos anos setenta e metade dos noventa na Itália, menos como um padrão uniforme de reflexão, mas como recepção, assimilação e hibridização do pensamento francês, em especial Foucault, Baudrillard, Lyotard e Deleuze-Guattari. Fase pós-proletária que procura perquirir novos modos de subjetivação e organização das lutas no contexto das nossas feições que o capitalismo adota na contemporaneidade.

Palavras-chave: Italian Theory; pensamento político contem­porâneo; biopolítica; pós-proletariado..

Abstract: The text was presented by the author as an Conference of the International Congress L’Italian Theory exists-t-elle?/Does Italian Theory exist?, happened in the Université Paris Ouest Nanterre La Défense/Université Paris-Sorbonne, between days 24-25, january, 2014. The article discuss the possible genealogy of the conventionally named Italian Theory: a pluralistic style of thought that emerged in late seventies and nineties in Italy, less as a uniform pattern of reflection, but as a reception, assimilation and hybridization of French thought, especially on Foucault, Baudrillard, Lyotard and Deleuze-Guattari. This post-proletarian stage seeks to explore new modes of subjectivation and struggles’ iorganization in the context of our features that capitalism adopts in contemporary times.

Keywords: Italian Theory; contemporary political thought; biopolitics; post-proletariat..

v.16, n.66, p.09-27